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Relógios › F.P. Journe Chronomètre à Rèsonance

F.P. Journe Chronomètre à Rèsonance

R$0.00
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F.P. Journe Chronomètre à Résonance

Lançado em 2000, o Chronomètre à Résonance é uma das criações mais intelectualmente ambiciosas da relojoaria independente contemporânea. Foi o primeiro relógio de pulso do mundo a aplicar o fenômeno físico da ressonância — observado pela primeira vez pelo cientista holandês Christiaan Huygens no século XVII e depois explorado por Antide Janvier e Abraham-Louis Breguet em relógios de pêndulo e de bolso. François-Paul Journe passou mais de quinze anos de pesquisa até conseguir adaptar o princípio a um relógio de pulso.

O conceito é tão simples quanto fascinante: dois movimentos completos e independentes, cada um com sua própria balança e escapamento, posicionados próximos o suficiente para influenciar um ao outro. Se o pulso sofre um impacto que acelera uma balança, a outra desacelera na mesma proporção — e a energia trocada entre elas faz com que voltem a sincronizar, cancelando o efeito de perturbações externas e elevando a precisão cronométrica.

Nas versões mais recentes, equipadas com o calibre 1520, um único barrilete alimenta os dois trens de engrenagem por meio de um diferencial visível no centro do mostrador, e cada trem conta com seu próprio remontoir d’égalité de um segundo — garantindo força constante entregue a cada escapamento. O resultado é o único relógio de pulso do mundo a utilizar a ressonância física natural sem qualquer transmissão mecânica entre os dois osciladores.

Caixa em platina ou ouro, mostrador guilloché com dupla exibição de horário (ideal para uso em dois fusos), acabamento manual característico da manufatura e reserva de marcha visível através do fundo de safira completam um relógio considerado, quase 25 anos após seu lançamento, uma das obras-primas da relojoaria moderna — e um dos ativos mais valorizados no mercado de colecionadores, com exemplares raros ultrapassando a casa dos milhões de dólares em leilão.

F.P. Journe Chronomètre à Résonance

Lançado em 2000, o Chronomètre à Résonance é uma das criações mais intelectualmente ambiciosas da relojoaria independente contemporânea. Foi o primeiro relógio de pulso do mundo a aplicar o fenômeno físico da ressonância — observado pela primeira vez pelo cientista holandês Christiaan Huygens no século XVII e depois explorado por Antide Janvier e Abraham-Louis Breguet em relógios de pêndulo e de bolso. François-Paul Journe passou mais de quinze anos de pesquisa até conseguir adaptar o princípio a um relógio de pulso.

O conceito é tão simples quanto fascinante: dois movimentos completos e independentes, cada um com sua própria balança e escapamento, posicionados próximos o suficiente para influenciar um ao outro. Se o pulso sofre um impacto que acelera uma balança, a outra desacelera na mesma proporção — e a energia trocada entre elas faz com que voltem a sincronizar, cancelando o efeito de perturbações externas e elevando a precisão cronométrica.

Nas versões mais recentes, equipadas com o calibre 1520, um único barrilete alimenta os dois trens de engrenagem por meio de um diferencial visível no centro do mostrador, e cada trem conta com seu próprio remontoir d’égalité de um segundo — garantindo força constante entregue a cada escapamento. O resultado é o único relógio de pulso do mundo a utilizar a ressonância física natural sem qualquer transmissão mecânica entre os dois osciladores.

Caixa em platina ou ouro, mostrador guilloché com dupla exibição de horário (ideal para uso em dois fusos), acabamento manual característico da manufatura e reserva de marcha visível através do fundo de safira completam um relógio considerado, quase 25 anos após seu lançamento, uma das obras-primas da relojoaria moderna — e um dos ativos mais valorizados no mercado de colecionadores, com exemplares raros ultrapassando a casa dos milhões de dólares em leilão.